Trump lamenta morte de Lindsey Graham após última conversa horas antes do falecimento
O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, revelou ter conversado com o senador Lindsey Graham, da Carolina do Sul, na noite de sábado, poucas horas antes de sua morte. Graham, que tinha 71 anos, foi encontrado sem vida, e Trump descreveu a relação com o senador como próxima, comparando-o a um membro da família.
Trump destacou que, apesar de Graham estar cansado, ele parecia bem. O senador havia retornado recentemente de uma viagem a Kiev, na Ucrânia, onde se reuniu com o presidente Volodymyr Zelensky. Em suas declarações, Trump expressou sua tristeza, afirmando que a morte de Graham foi um “fim rápido” e que talvez não houvesse uma maneira pior de partir.
As declarações foram feitas durante uma aparição no programa Meet the Press, da NBC News, neste domingo. Trump recordou a última conversa, mencionando que Graham estava determinado a aprovar o SAVE America Act, uma proposta de reforma eleitoral. “Nós vamos conseguir, Lindsey. Te vejo em breve”, afirmou Trump, refletindo sobre a possibilidade de que essa poderia ter sido a última conversa entre eles.
“Pensamos que talvez pudéssemos nos encontrar hoje mesmo. Não poderia demorar muito mais. Poderia ter sido sua última ligação.”
Em homenagem a Graham, Trump pediu que todas as bandeiras dos Estados Unidos fossem hasteadas a meio mastro até o próximo sábado às 18h. Graham era amplamente respeitado por seu trabalho e dedicação ao país. Trump o descreveu como um “verdadeiro patriota americano” e expressou sua tristeza pela perda.
O gabinete de Lindsey Graham divulgou um comunicado informando que a morte ocorreu em decorrência de uma “breve e repentina doença”. Um porta-voz acrescentou que as conclusões preliminares do médico legista indicam que a causa foi uma ruptura da aorta, decorrente de uma doença cardiovascular arteriosclerótica.
